
A tese se encontra disponível no banco de teses da USP (para quem não conhece, link geral do banco: http://www.teses.usp.br) e nas bibliotecas do MAC (Museu de Arte Contemporânea da USP) e da FFLCH (Biblioteca Florestan Fernandes, - link: http://www.sbd.fflch.usp.br/site/ - da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP).
Link direto para a página que contém a tese (disponível para download) e outras informações: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-03122008-163436/
Descrição/resumo da tese, roubado da página da própria:
Resumo Original
Esta dissertação apresenta uma reflexão sobre as interseções entre práticas artísticas e ativismo contemporâneo, especialmente nas décadas de 1990 e 2000. A partir de diferentes contextos, o estudo investiga os conceitos e objetivos de uma arte coletiva e engajada socialmente, considerando seus modos de experimentação estética e expressão política. Utilizando-se de entrevistas, manifestos, textos críticos, reportagens e documentos como fotografias, vídeos e filmes, a dissertação apresenta no primeiro capítulo um histórico detalhado sobre as diversas concatenações entre arte, ativismo político e produção coletiva no século XX. No segundo capítulo, este trabalho analisa a formulação de uma "estética anti-corporativa", baseada em táticas intervencionistas criadas por artistas e coletivos radicados nos EEUU, Espanha, França, Canadá, Austrália e Brasil. Seus projetos envolvem instalações artísticas com experimentos biológicos, mídia tática, cartografias, protestos contra a globalização capitalista, performances e Culture Jamming. O terceiro capítulo apresenta um estudo sobre o coletivismo artístico no Brasil e algumas de suas estratégias de ação, como intervenções urbanas, circuitos alternativos de produção e de distribuição, projetos com comunidades específicas e colaborações com movimentos sociais. Além disso, o texto faz uma breve reflexão sobre a atitude e o impacto destes grupos sobre o sistema de arte, caracterizado pelo apoio institucional de museus, galerias, mostras internacionais, críticos, curadores e patrocínio corporativo.
O André é super bacana, acessível e parece não ligar muito para a questão de "direitos autorais" com a tese dele. Diversas vezes disse para a passarmos adiante para quem quiséssemos. E qualquer dúvida, vale a pena mandar e-mail para ele (disponível na página da tese), pois ele é realmente atencioso e gosta de discussões (quando as pessoas não discordavam ou quando não tinham dúvidas ele parecia ficar bastante desapontado).
Não a li inteira, só alguns trechos porque tenho sérios problemas em ler pela net, mas tenho certeza que quem se interessar pelo assunto vai adorar esse trabalho! Ele tem ligações com diversos outros temas super interessantes e instigantes. Durante o período dos seminários ele mandou alguns e-mails com dicas de textos, links diversos, vídeos, etc... vou repassar a vocês.
Espero que gostem!
ps.: Não consegui deixar os links clicáveis, então para vê-los tem que ser no velho método de copiar e colar no navegador. Usando o "inserir link", os links simplesmente não apareceram. Sintam-se a vontade para intervenções no texto e edições para melhorá-lo da forma como quiserem. ;)
Ahhhh, e mais uma coisa que parece besta, mas tem me ajudado! Vocês têm twitter? (Até uma semana atrás eu detestava twitter até descobrir que:) Vários eventos/intituiçoes culturais têm e mandam constantemente atualizações de suas atividades como: cursos, exposições, palestras, oficinas, etc via twitter, é só "segui-los".
Sugestões:
@BienalSaoPaulo @itaucultural @centrocultural @CulturaSP @MAM_SP @CCBB_SP @hablamemorial @pacodasartes
Beijos e feliz fim de semana,
Cinthia. :]
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